Libertadores

Rumo as quartas de final, Fluminense recebe o Cerro no Maraca nesta terça-feira (03)

O torcedor do tricolor das laranjeiras está que não se aguenta e hoje das 19:15 no Maracanã, o Fluminense poderá manter viva ou não, a esperança de erguer a taça de campeão da Libertadores das Américas, título esse que bateu na trave em 2008, quando Washington bateu um pênalti defendido por Cevallos que transformou o sonho em pesadelo, em 2 de julho daquele ano.

O Fluminense disputou seis libertadores: 1971, 1985, 2008, 2011, 2012 e 2013, tendo como melhor resultado o vice campeonato na edição de 2008 e em duas outras ocasiões chegando às quartas de final.

Equipe do Fluminense antes da derrota na final da Libertadores, diante da LDU (Foto: Globoesporte.com)

Oito anos após ser vice-campeão o torcedor está sonhando alto, e vê o time como um dos postulantes ao título, e o grande responsável por esse sonho são os números do time até o momento, estreando na libertadores no grupo D, chamado por muitos de grupo da morte formado por River Plate, Junior Barranquilla e Santa Fe, o tricolor perdeu somente um jogo. Logo na primeira rodada pegou o River Plate e conseguiu segurar o empate em 1 a 1, segunda rodada Fluminense 2 a 1 no Santa Fe, terceira rodada, Fluminense 1 a 1, com Junior Barranquilla, quarta rodada, Fluminense 2 a 1 com Santa Fe, quinta rodada, Fluminense 1 a 2 Junior Barranquilla, sexta rodada, River Plate 1 a 3 Fluminense.

Agora nas oitavas, o time manteve o bom desempenho ao vencer o primeiro jogo contra o Cerro por 2 a 0, em La Olla. Diante dos bons resultados apresentados até aqui, fica fácil entender o porque de tanta euforia da torcida tricolor.

Para o jogo de hoje, Roger Machado deve colocar em campo os seguintes jogadores: Marcos Felipe; Samuel Xavier, Manoel, Luccas Claro e Egídio; Martinelli, Yago e Nenê; Gabriel Teixeira, Luiz Henrique e Fred.

Ficam fora: Bobadilla (Covid-19), Caio Paulista (coxa direita) e Nino (Seleção olímpica)

Fred, um dos mais experientes do time já disse que quer o time agressivo “A gente tem que esquecer o que aconteceu lá. Vai ser um jogo completamente diferente. O time deles vai ter que sair mais para o jogo e nós também vamos impor nosso ritmo desde o início para buscar a vitória. Não temos que pensar na vantagem, temos que fazer ela aumentar nesses 90 minutos”, 

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