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Técnico do Atlético-MG critica adiamento de jogos do Brasileirão por causa da Seleção Brasileira: “Quero que datas sejam respeitadas”

Depois do dirigente Rodrigo Caetano, o técnico Cuca, do Atlético-MG, criticou a CBF por adiar mais jogos em razão de convocações de jogadores que atuam no Brasileirão. O treinador reafirmou que as datas da competição precisam ser cumpridas. Segundo o treinador, ter mais jogos adiados compromete o calendário.

– O que eu mais quero é que as datas sejam respeitadas, que chegue dia 5 de dezembro e acabe o campeonato. Nós, há um tempo atrás, poderíamos não ter jogado e esperado os selecionáveis voltar. nós não fizemos isso. A gente jogou.

A CBF anunciou, que irá adiar jogos do Brasileirão de times que tiveram jogadores convocados para os amistosos da Seleção Brasileira, em outubro. Além do Atlético-MG, Flamengo, Palmeiras e Internacional também tiveram jogadores convocados, são eles: Everton Ribeiro, Gabriel Barbosa, Weverton e Edenílson.

“Eu acho que o campeonato não precisaria ser interrompido nesse momento, teria que dar continuidade, não existe só duas, três equipes, tem mais dezesseis, que de repente perde o momento bom que vivem”

O Galo não pretende solicitar que os jogos não sejam adiados, pois, perderá, além de Guilherme Arana, os jogadores Junior Alonso, Alan Franco, Savarino e Vargas.

– Eu entendo que se a gente puder seguir o campeonato, eu não tô sendo antipático ou desagradável com ninguém, é a minha opinião, a gente tem que respeitar as datas, porque vai passar. Não tem como adiar três rodadas e acabar dia 5, ai vai acabar dia 15, e o ano que vem vai ficar com o calendário espetado, que já foi espetado esse ano. Esse ano era 30 de janeiro e estava jogando final da libertadores, já se perdeu um mês, entra o processo de não ter 30 dias de férias, uma coisa vai acumulando a outra – concluiu o treinador.

O Atlético é o líder do Brasileirão com 46 pontos em 21 jogos, e entra em campo no próximo sábado, às 21h (horário de Brasília), ao enfrentar o Internacional, no Mineirão.

Marcello Zambrana/AGIF

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