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Palmeiras e Flamengo: como jogam os finalistas da Libertadores? Confira a análise tática de cada time

COM PARTICIPAÇÃO DE MARCOS RUI E PEDRO HENRIQUE SANTOS

Palmeiras e Flamengo se enfrentarão neste sábado (27), no estádio Centenário em Montevidéu, pela final da Taça Libertadores da América 2021 e o Esporte Sem Fronteira traz a análise tática sobre como jogam os times treinados por Abel Ferreira e Renato Gaúcho.

Palmeiras

Por Marcos Rui

Abel é um treinador que pensa os confrontos de forma diferenciada, elevando a alcunha de ‘estrategista’ às últimas consequências. O treinador português analisa os pontos fortes ofensivos do seu adversário, e a partir disso, faz ajustes na forma como seus jogadores vão defender, sempre balanceando como pretende atacar seu adversário. É verdade, porém, que em muitos confrontos, a ênfase em fechar espaços defensivos, acaba por tirar a capacidade do Palmeiras chegar ao último terço com muitos atletas.

A metamorfose ambulante que é o Palmeiras de mata-mata se prova pelo time não ter se repetido nenhuma vez nos confrontos contra Universidade Católica, São Paulo e Atlético-MG. Por isso, não é possível prever com certeza a abordagem que Abel trará para o jogo contra o Flamengo, mas é possível demonstrar os princípios do modelo de jogo do Palmeiras que permitirão aos leitores terem as ferramentas necessárias para interpretar as intenções do finalista, pela segunda vez consecutiva, Palmeiras de Abel Ferreira.

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Tela de computador com fundo verde

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Como ataca o Palmeiras?

 Ao longo da temporada, as ações ofensivas do Palmeiras tiveram que ser polidas. Inicialmente era uma equipe especializada em ataques rápidos, ou seja, que construía suas tentativas de finalizações a partir de poucos passes predominantemente verticais e extremamente eficaz nos contra-ataques. 

Entretanto, ao longo da temporada a equipe oscilou muito ofensivamente e passou a enfrentar grandes dificuldades de marcar gols quando tinha mais posse que os adversários e entrava em ataque posicional, ou seja, quando seus ataques eram menos verticais e com um maior número de passes até a finalização. 

Por isso, foi nítido que Abel buscou novas formas de construir seus ataques, inclusive jogando a maioria dos jogos neste fim de temporada com Dudu, Veiga e Scarpa no time titular, cenário que o treinador inicialmente evitou que estivessem juntos em campo.

-Saída de bola:

O Palmeiras costuma organizar 6 jogadores na sua saída de bola, alinhando os zagueiros junto ao goleiro Weverton, seus 2 volantes e seus 2 laterais. A saída é inicialmente curta e buscando atrair e balançar a equipe adversária para atacar a profundidade com passes longos de Luan e Weverton para Rony ou os extremos nas costas dos zagueiros.

Quando não conseguem um passe mais longo, os zagueiros conduzem verticalmente a bola ou tentam buscar os corredores laterais para entrar em segunda fase de construção.

Estádio de futebol com jogadores em campo e pessoas por trás

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-Segunda fase de construção:

Sempre que um atleta do Palmeiras tem a posse de bola, a equipe se organiza de forma a oferecer um passe curto de apoio, um passe em profundidade vertical e uma opção em amplitude no corredor oposto do campo. 

Para isso, Abel escalona a equipe a partir de uma saída 3+2 com dois meias na entrelinha (Dudu e Veiga), 2 atletas dando amplitude (um lateral e um extremo) e o atacante dando profundidade e gerando espaço para a atuação dos meias. Em quase a totalidade dos jogos, Abel coloca na base da jogada 2 zagueiros e um lateral, em vez de baixar o primeiro volante como a maioria das equipes. Entretanto, com a ausência de Marcos Rocha e a possível escalação de Mayke, pode alterar o cenário e, contra o Fortaleza, Abel testou alinhar Danilo na base da jogada, colocando os 2 laterais na amplitude.

Diagrama

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Jogo de futebol

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-Último terço e finalização:

A fama defensiva de Abel esconde o terceiro melhor ataque do Campeonato Brasileiro atrás de Flamengo e Atlético-MG. O treinador é sempre muito claro ao buscar que seus atletas cruzem 15 vezes e finalizem 15 vezes por partida.

Para isso, o time tem algumas dinâmicas padrões que privilegiam achar os extremos em 1×1, a criação de espaço para aceleração do Dudu por dentro, Rony arrastando os zagueiros para a infiltração de Veiga em situação de finalização e os cruzamentos de Scarpa dos ¾ em corredor lateral.

Rony apesar de jogar como centroavante tem funções mais táticas e o melhor finalizador da equipe é Raphael Veiga que lidera a artilharia da equipe, seguido do reserva Breno Lopes que costuma entrar quando o Palmeiras está em desvantagem para aumentar a presença da equipe na área.

Estádio de futebol com jogadores no campo

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Estádio de futebol

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-Transição ofensiva:

As transições ofensivas do Palmeiras privilegiam contra-atacar o adversário rapidamente após roubar a bola, em vez de buscar a manutenção da posse. Neste sentido, os atletas conduzem verticalmente ou tentam passes em profundidade buscando romper a última linha adversária e costumam ter como destino final a chegada de trás com finalização de Raphael Veiga.

Pessoas em quadra de grama

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Como o Palmeiras defende?

A partir do seu 4-2-3-1, Abel monta sua estrutura defensiva conforme o ataque do adversário. Nos confrontos da Libertadores já defendeu com perseguições mais curtas, mais longas, linhas de 4 e 5, 2 ou 3 zagueiros de ofício, marcações mais altas e blocos mais baixos. Essa versatilidade é uma essência do modelo de jogo de Abel Ferreira.

-Bloco alto:

O Palmeiras sobe pressão com referências individuais, com o centroavante (provavelmente Rony) como primeiro defensor, tendo a missão de direcionar o ataque adversário para um dos lados do campo, enquanto os demais jogadores vão tirando as linhas de passe até encurralar o adversário e forçar o desarme que Abel também pede que sejam, pelo menos, 15 por jogo.

Gráfico, Diagrama, Gráfico de bolhas

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Estádio de futebol

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-Bloco médio e baixo:

Nos grandes confrontos da Libertadores o Palmeiras se sentiu mais confortável marcando em bloco médio e médio-baixo, pois assim, encurta os espaços na entrelinha, defende a profundidade, tira a velocidade dos adversários e cria espaço para o contra-ataque.

A partir do 4-2-3-1, Abel marca num 4-4-2 com pressão na bola, visando forçar o adversário a passar sempre para trás. No seu modelo, há acompanhamento dos atletas quando invadem o setor dos defensores e as distâncias das perseguições são ajustadas conforme os adversários, incluindo os defensores, deixando a última linha para abordar o adversário livre na entrelinha.

Vale destacar que os laterais costumam baixar nos seus confrontos e gerar espaço às costas, que é coberto pelo volante ou zagueiro perseguindo quem ataca o espaço. Em alguns jogos, Abel optou por escalar Felipe Melo numa distância curta para a linha de zaga com o objetivo de cobrir uma das vulnerabilidades defensivas do Palmeiras, que é o chute da entrada da área.

Outra dinâmica importante do time do Abel é quando um dos extremos baixa bastante na fase defensiva formando uma espécie de linha de 5.

Quando está em vantagem no marcador, conforme o jogo vai chegando ao seu final, o treinador português não tem nenhum receio em colocar mais jogadores defensivos em campo e baixar o bloco ainda mais, congestionando a entrada da área.

A transição defensiva do Palmeiras, por sua vez, opta por abordar uma pressão pós-perda, porém, devido a baixa contundência dos jogadores de frente e da falta de velocidade dos meias para recuperar as costas, costuma deixar os zagueiros em muitas situações de 1×1, especialmente quando o Palmeiras está tentando reverter um marcador desfavorável.

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Diagrama

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Uma imagem contendo grama, atletismo, pessoas, cachorro

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Bolas Paradas:

Um dos destaques da equipe são as jogadas ensaiadas nos escanteios ofensivos, que são desenhadas para vencer a forma como os adversários marcam e privilegiam a chegada das bolas em Gomez e Luan. Scarpa e Dudu são os batedores oficiais dos escanteios.

Na bola parada defensiva, o Palmeiras coloca praticamente 11 jogadores dentro da sua própria área e defende de forma mista com a maioria dos atletas perfilados para a defesa à zona e alguns atletas designados para bloqueios e duelos individuais.

Scarpa é um dos melhores cobradores de falta do Brasil, possuindo muita capacidade de gerar assistências em faltas laterais.

Por último, vale ressaltar que o Palmeiras tem um histórico fraco em decisões de pênaltis perdendo os últimos três duelos e tendo apenas Veiga e Scarpa como cobradores confiáveis no elenco.

Pessoas em quadra de grama

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Jogo de futebol

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Flamengo

Por Pedro Henrique Santos

Liberdade, associação e fluidez. Os pilares que regem o trabalho de Renato Portaluppi caminham sempre ao encontro do talento como desequilibrador, diferencial – e os jogos recentes são a fonte de confiança necessária para motivar os jogadores na partida mais importante da temporada. Apesar das inconsistências defensivas, o nível individual de jogadores como Michael, a presença de David Luiz e Rodrigo Caio, a consistência de Willian Arão e Filipe Luís e o retorno de Arrascaeta, se juntando a Gabi e Bruno Henrique, representam a confiança do torcedor rubro-negro para o confronto. E com o nível de talento presente no 11 titular do Flamengo, a confiança é um ativo poderosíssimo. Cada vez mais próximos do pontapé inicial, destrinchamos o Flamengo para saber o que pode pautar o rubro-negro na tentativa do tricampeonato sul-americano.

Foto: sharemytactis

Como joga?

O 4-2-3-1 padrão de Renato é bem definido, mas não imutável. O talento e a criatividade são os principais motores do time e, exatamente por isso, o incentivo à movimentação, flutuação, associações e ao rompimento da simetria existem e são marca registrada dos melhores momentos de Renato à frente do Flamengo.

Já na saída de bola, é comum que a linha base formada por Rodrigo Caio, David Luiz e Willian Arão receba o auxílio dos laterais ou mesmo de Éverton Ribeiro, Gabi ou Arrascaeta. O Flamengo se aproxima para aliviar a saída quando necessário, permitindo que os jogadores se movimentem com liberdade a fim de fornecer opções de passe para o portador – ou atrair os adversários, criando espaço para a progressão. Com jogadores tecnicamente capazes e excelentes mapeadores de campo comandando a construção, conduzir a partir da saída também é uma das alternativas mais viáveis e positivas do time rubro-negro, rompendo as linhas de pressão do adversário e acionando os jogadores de frente com espaço e campo para atacarem as defesas adversárias. A ideia de “atrair para romper” é muito presente, e os gols marcados contra o Internacional, no Beira-Rio, são um exemplo de aplicação prática do conceito.

A atração é peça indispensável nas dinâmicas. O Flamengo de Renato se orienta a partir da bola, e não dos espaços. Caminha junto ao portador, balançando e se aproximando para que as tabelas e desmarques sejam a principal forma de invadir o campo adversário. E assim abre as defesas, criando os espaços que serão, em breve, ocupados. É o “chegar antes de estar”, a arte funcional brasileira. A beleza desse tipo de jogo, especialmente quando as tabelas e associações se conectam, é indescritível e o gol de Andreas Pereira, contra o Inter, é uma das suas mais recentes obras.

Gol de Andreas Pereira contra o Internacional pelo Campeonato Brasileiro. Crédito das imagens: Grupo Globo.

Para Renato, não há por que ocupar os espaços rigidamente durante os 90 minutos. Basta que eles estejam disponíveis nos momentos corretos, quando o Flamengo ataca. Por isso, Gabi é livre para flutuar até a ponta direita, atraindo zagueiros e abrindo a zona central para que Bruno Henrique ocupe a referência – ou Arrascaeta e Andreas ataquem o espaço; Éverton Ribeiro tem a tradicional companhia de Isla ou Matheuzinho nas dinâmicas de atração e ultrapassagem que dominam o lado direito do Flamengo há 4 anos – mas também o auxílio de Arrascaeta, que flutua até a zona, gerando superioridade numérica no setor e adicionando fluidez e claridade às jogadas. Andreas Pereira, quando segundo volante, participa da saída, da construção, se movimenta pelos dois flancos para se oferecer como opção de passe e ataca a área assim que os espaços são abertos. Tecnicamente dominante, Andreas transita pelo campo e se faz presente em todas as fases.

E se o lado direito rubro-negro se notabiliza pelo jogo em espaço curto e as ultrapassagens, o lado esquerdo alia a cadência e ritmo de Filipe Luís à ferocidade e efervescência de Michael e Bruno Henrique. Uma combinação poderosa, que faz uso das dinâmicas existentes em todo o campo para atrair o bloco e forçar os duelos individuais e as situações em campo aberto por aquele setor – um prato cheio para a velocidade e atletismo de Bruno, ou para os dribles de Michael. O primeiro se movimentando do centro para fora, atacando o espaço quando identificado. O segundo, partindo de amplitude, mas interiorizando as jogadas sempre que possível, abrindo espaço nas defesas através do drible. Contra o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro, foi assim que Bruno, no Maracanã, deu passe para o gol de Pedro e Michael, no Allianz Parque, marcou.

Foto: Grupo Globo

Como atacar o Palmeiras?

As conhecidas atrações e aproximações do Flamengo de Renato certamente serão o caminho seguido, mas a verticalidade na saída e a segunda bola são alternativas possíveis e deficiências mostradas pelas últimas partidas do Palmeiras.

A pressão ofensiva dos comandados por Abel Ferreira, por mais efetiva e proveitosa que seja, cede espaços caso quebrada – como fez, em alguns momentos, o Atlético Goianiense, apesar do placar negativo. Atrair o Palmeiras para pressionar a saída de bola, superar a linha de pressão e atacar a última linha diretamente, ou através de bolas em profundidade, não parece uma tarefa impossível para aquela que, talvez, seja a melhor saída de bola do continente sul-americano – e que conta com lançadores como Arão e David Luiz.

Gol de Ronald (Atlético-GO) contra o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro. Crédito das imagens: Grupo Globo.

Os lançamentos, inclusive, foram arma utilizada pelo São Paulo no último clássico disputado. O primeiro gol dos são-paulinos surge em bola longa de Volpi, superando a pressão palmeirense na saída e permitindo o avanço e gol de Sara, que fica com a segunda bola depois da disputa aérea vencida por Luciano. A jogada é similar à dinâmica de segunda bola do Flamengo, utilizando Bruno Henrique para as disputas aéreas enquanto Michael ou Gabi se posicionam para receber e avançar, e indicam um caminho possível para superar a bem organizada pressão alviverde.

Gol de Gabriel Sara (São Paulo) contra o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro. Crédito das imagens: Grupo Globo.

O 3×1 rubro-negro no Allianz Parque, por sua vez, nos entrega outros bons indícios ofensivos para a final da Libertadores. O Flamengo concentrava suas ações pelo lado direito, fazendo uso das flutuações de Éverton Ribeiro para atrair Piquerez e abrir a ala para a ultrapassagem de Isla. Arrascaeta também se apresentava pelo lado direito, contribuindo nas triangulações e auxiliando no trabalho de desestruturação da última linha do Palmeiras. Enquanto o Flamengo aglomerava jogadores pela direita, Michael se posicionava em amplitude pelo lado oposto, forçando o duelo contra Marcos Rocha. A partir desse desenho assimétrico, Michael empatou o jogo e, posteriormente, marcou o terceiro gol rubro-negro na partida.

Gol de Michael contra o Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro. Crédito das imagens: Grupo Globo.

O retorno do uruguaio e a presença de Gabi indicam uma predisposição ainda maior para as movimentações e flutuações pelo lado direito. O sólido bloco defensivo palmeirense, contra o São Paulo, frequentemente era atraído, com zagueiros e laterais forçados à caça enquanto os adversários preenchiam o espaço gerado. Situações como essas harmonizam-se perfeitamente com as dinâmicas tradicionais do Flamengo de atrair para romper – especialmente pelo lado direito – e a flutuação de Gabi, que puxa os defensores e permite a infiltração de Arrascaeta, Andreas e facilita a presença de Bruno Henrique como alternativa de bola aérea.

Como defender contra o Palmeiras?

As grandes virtudes do Palmeiras se alinham às principais deficiências defensivas do trabalho de Renato: a transição defensiva e a má compactação, gerando espaço a ser explorado entrelinhas.

Com um bloco defensivo sólido e bons lançadores, o time de Abel Ferreira se orienta para explorar a profundidade, o espaço às costas da linha de zagueiros adversária com Rony, Dudu e Wesley. Nesse sentido, as bolas longas de Wéverton são peça fundamental nas alternativas de saída, pela verticalidade e precisão que oferecem e a possibilidade de transformar as saídas de bola em lances de transição rápida, aproveitando o espaço concedido pelo adversário ao tentar pressionar ofensivamente. O gol de Wesley, no último confronto entre Palmeiras e Flamengo, é gerado exatamente por uma reposição de Wéverton – que, àquela altura, já havia encontrado Rony em boas condições pelo lado oposto. Para o Flamengo, é indispensável se atentar à reposição do goleiro palmeirense, neutralizando as tentativas de encontrar os velozes pontas com espaço para arrancar – e a transição defensiva rubro-negra, que tem sido uma das principais dores de cabeça de Renato, não pode se dar ao luxo de falhar novamente.

Gol de Wesley contra o Flamengo pelo Campeonato Brasileiro. Crédito das imagens: Grupo Globo.

Mas o Palmeiras não vive apenas de bolas longas, e aqui Dudu e Raphael Veiga se tornam as grandes ameaças. São eles os jogadores mais presentes na zona central, procurando a entrelinha ofensiva, o espaço às costas dos volantes adversários, para acionar os atacantes. A boa capacidade de condução, arremate e a lucidez para encontrar os companheiros em condições de desmarque são as principais armas dos meias palestrinos. Preencher o setor com Willian Arão, contando com o auxílio de Andreas, além de se atentar com relação aos saltos e perseguições, evitando a movimentação que gere espaços para infiltração, são mais do que necessários no combate pelo centro do campo.

Foto: Grupo Globo

Ficha técnica

Palmeiras x Flamengo

Motivo: Final da Taça Libertadores da América

Data: 27 de novembro

Horário: 17h (de Brasília)

Local: Centenário, Montevidéu

 

Imagem destacada: Reprodução/Flickr/Palmeiras/Flamengo

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