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Torcida do Ceará faz protesto após a contratação do zagueiro Lucas Ribeiro

O Ceará anunciou como reforço o zagueiro Lucas Ribeiro, a oitava contratação da temporada. Porém, a torcida reprovou a chegada do novo jogador e protestou nas redes sociais após o anúncio da contratação.

O zagueiro, que durante as últimas semanas quase acertou com o São Paulo, também foi criticado pela torcida tricolor e o negócio não avançou. Isso porque Lucas estava sendo processado em uma ação cível de indenização por danos morais, por conta de um vídeo íntimo envolvendo uma menor, de 14 anos, supostamente vazado pelo jogador no ano de 2018, quando ele tinha 19 anos e defendia o Vitória.

Para os representantes do jogador, ele é inocente. À época, Lucas teria publicado um vídeo de um amigo tendo relações sexuais com uma jovem de 14 anos e publicado no story do Instagram, e, segundo a reportagem do UOL publicou na época, o jogador teria apagado a publicação e em seguida teria pedido desculpas, mas ainda acabou processado pela família da menor.

Em outubro de 2021 as partes entraram em acordo e, ficou decidido que haveria a contemplação de R$150 mil reais. A sentença foi homologada pela juíza Itana Eça Menezes de Luna Rezende, da 8ª Vara Cível e Comercial da Comarca de Salvador. Em novembro de 2021 a senteça foi publicada no Diário Oficial.

Veja a nota publicada pelo Ceará sobre o assunto:

“O Ceará Sporting Club vem a público informar que, através do seu Departamento Jurídico, realizou todas as diligências e consultas necessárias para avaliar a situação do atleta Lucas Ribeiro na esfera judicial, sendo parte das etapas de registro de atletas.

Acerca do atleta Lucas Ribeiro, conforme certidões judiciais obtidas, informamos que o mesmo não possui nenhum processo criminal, tendo havido apenas um único processo cível, em segredo de justiça, mas que foi extinto por acordo firmado entre atleta e parte autora.

Portanto, não há registro de qualquer processo judicial na esfera cível ou criminal que impeça a sua contratação.

O Ceará Sporting Club respeita o direito à presunção de inocência e o devido processo legal, bem como a autonomia da vontade das partes em celebrar acordo judicial para pôr fim a conflitos do passado”.

Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

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